sábado, 31 de outubro de 2009



Vou pra rua e bebo a tempestade...

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Just a little bit harder

Try, just a little bit harder
So I can love him, I tell myself
Well, I'm gonna try yeah, just a little bit harder
So I won't lose him to nobody else.

Hey! Well, I don't care how long it's gonna take, you now,
But if it's a dream, I don't want...
No, I don't really want it,
If it's a dream I don't want nobody to wake me.

So I can give him every bit of my soul,
So I can show him love with no control...
I ain't gonna lose my chance, no I don't wanna lose it,
Ain't gonna lose my chance to make you mine, all mine.
Whoa I gotta try some more...

# prontofalei



Eu não sei me expressar bem em palavras, nem sei expressar o que sinto ou como estou me sentindo verdadeiramente.

Eu falo sozinho, mesmo.


Me irrito e firo-me facilmente também, com coisas absurdas e aparentementes bobas mesmo; e me divirto também. Minha distração para tal é estar sempre por perto das pessoas que gosto.

Considero-me um louco por pensar tanto em tudo de forma fora da realidade que me cerca. Sim, podem considerar também um mundo fantasioso, tanto faz.


Não esqueço daquilo que me chagou, e levo muito tempo para tentar amenizar um sofrimento.
Não sei por que me atraio pelo que não faz bem, deve ser por isso que as pessoas gostam de marginalizar ou banalizar tanto.

Não acho graça em tudo que vejo, e nem tudo que me vê me acha interessante.

Demoro para tudo aquilo que os outros costumam ser, ou esperar que eu seja.


Nem demoro tanto para me tranquilizar com algo, depois já começar a me sabotar de novo.
Certas vezes torno tudo um problema, por menor que o seja, e omito por achar que são insolucionáveis ou que ninguém poderá ajudar a resolver nem precisarão saber por desnecessidade. Já pensei, e ainda penso muitas vezes, se tenho mesmo medo da morte. Se o melhor é ficar aqui mesmo do que deixar que ela venha até mim por livre arbítrio.

Não sinto tratar bem aos semelhantes, tive formação cristã mas não a pratico. Tenho minhas dúvidas se sou mesmo pessoa ou monstro.
Se existir realmente céu e inferno, creio que ou vou para o inferno ou estarei entre ambos. Não trabalho mais minha espiritualidade.


Detesto fases de mudanças, elas me sucumbem mais do que qualquer outra coisa por me fazer achar que muitas delas são irreversíveis, tendo ou não uma repercussão negativa por todo o sempre.

Tem certos dias que quero que tudo se lixe, tudo exploda-se e deixe de existir. Começando por mim.
*Nessa última tentativa, inicio um processo de autodestruição extremo, gerando ponderados acessos de egoísmo, e pensando ou esquecendo daqueles que me estimam. Há dias em que prefiro me isolar ou sumir a ponto de não querer sair de casa para não ver os rostos das pessoas, e ficar pensando onde e o que é que estou vivendo.

No fundo de tantas confusões e pensamentos obscuros, inexplicavelmente aparece uma vontade com e sem vontade de continuar. E assim vou deixando levar.

Só fica a pergunta do 'até quando' precisarei suportar o que mais odeio: ter de suportar.




domingo, 18 de outubro de 2009

" O senhor... Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso me alegra, montão. "


Guimarães Rosa (Grande Sertão: Veredas)

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

We're all stars now in the dope show.

So bare

Your softly spoken words
Release my whole desire
Undenied, totally...
And so where does my heart belong;
Beneath your tender touch,
My sense can't divide.
Oh so strong, my desire...
Now that I've found you,
And seen behind those eyes,
How can I carry on?
For so bare is my heart, I can't hide...


Undenied, Portishead.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Tearing at myself

E então tomou forma de introspecto e vazio. Há épocas em que tudo se torna e o deixa triste. A pior das sensações é saber que as coisas mudam, sem ter como mudar as anteriores, sem poder evitar a vinda delas, juntamente com sua repercussão. Criam chagas. Cicatrizam ou não. E a única forma de corrompê-las é impedir que recaiam sobre as pessoas que lhe envolvem e fazem parte de você. Tem-se ou não esse poder, pelo menos para tentar modificar o que está por vir; o medo em anexo faz parte. E tapar os olhos ou ouvidos não adianta muito quando audição e visão internos tomam conta fora de controle.